mentes indígenas e ecúmeno antropológico

Resumo: Seguindo a exploração das noções de autoetnografias (Ramos 2008) e de antropologia ecumênica (Ramos 2011), proponho avançar no esforço de revigorar os estudos etnológicos e, por conseguinte, a própria postura epistemológica da antropologia, chamando ao palco representantes da intelectualidade indígena mundial para expor suas propostas. Debruço-me especial, mas não exclusivamente, sobre quatro textos escritos por indígenas de diversas partes do mundo. Por ordem cronológica, são eles: Decolonizing Methodologies, 1999, de Linda Tuhiwai Smith (Maori, Nova Zelândia); Native Science, 2000, de Gregory Cajete (Tewa, Estados Unidos); Escrito, 2007, de Florisberto Díaz (Mixe, México); e Educação para Manejo e Domesticação do Mundo, 2011, de Gersem Luciano (Baniwa, Brasil). Pretendo explorar equivalências e contrastes entre os ensinamentos desses autores e os de tradições não indígenas, seja na antropologia acadêmica, seja em conceitos do "senso comum", com o intuito de demonstrar o quanto a teoria antropológica tem a ganhar ao se equiparar em igualdade de condições intelectuais àqueles que, abusivamente, têm sido chamados de “Outros”.

Mentes Indígenas e Ecúmeno Antropológico (RAMOS, Alcida Rita, 2013. Série Antropologia UnB 439) >>> http://www.dan.unb.br/images/doc/Serie_439.pdf

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